Destinos Cruzados- Capitulo 4

Duas semanas tinham se passado desde que Miguel tinha recebido aquela mensagem. Ele estava, muito estranho e cada vez que atendia o telefone ficava alterado.

Hoje eu tinha folga, já que Melissa, a irmã de Mel foi ajudar ela na loja. Eu entrei no edifício onde morava depois de um longo passeio com o Rocky, quando ouvi a voz de Henrique me chamando.
Henrique: Dona Sophia, espere um instante por favor!
Sophia: É só Sophia, Henrique.
Henrique riu e eu o acompanhei, não sei como Miguel não gostava dele, ele era tão simpático e amável.
Henrique: Chegou uma correspondência para o senhor Miguel e como ele sempre chega a noite achei que era melhor entregar para a senhora.- Falou enquanto me entregava várias cartas-
Sophia. Muito grata senhor Henrique.
Henrique: Não tem nada que agradecer, Sophia- Falou piscando o olho para mim-
Sorri de uma maneira amigável e fui até o elevador. Apertei o botão que me levava para o meu andar.  A vontade de abrir aquelas cartas era imensa, mas, devia esperar, pelo menos até chegar em casa.
Assim que deixei as chaves encima da mesa da sala, Rocky já foi até a cozinha beber agua. Me sentei no sofá e olhei cada uma. Algumas eram da luz, tinha uma do telefone e, a  ultima, a mais importante estava comigo, minhas mãos tremiam, não sabia porque mas alguma coisa dizia que o que estava escrito ali não era bom. Abri a carta,  não era uma carta em si, eram fotos, minhas e do Miguel ,nossas.
Olhei todas as fotos, como? Como alguém podia conseguir isso, eram fotos privadas. Eu não tinha postado no Facebook e muito menos no Instagram...
Olhei as fotos pelo lado contrário, nenhuma delas tinha nada escrito. Até que achei uma, sim, tinha alguma coisa escrita mas estava um pouco borrado e não dava pra ler direito. Forcei um pouco mais a vista e li a frase: “ Tic- Tac, o tempo esta passando e eu não gosto de esperar, quero o meu dinheiro em 48 horas se não você vai ter que se despedir de sua branquinha.... Para SEMPRE”

Era uma ameaça. Estava na cara. Só faltava aquela risada malévola de fundo. Guardei as fotos de novo. Olhei o papel, tinha um endereço. Peguei o telefone e fui até “ Mapas”. Sorte! Não estava muito  longe de casa. Eu precisava pegar o metro, mas nada que não se resolvesse. Peguei um papel em uma das gavetas do raque da sala e escrevi uma nota para Miguel. Peguei a minha bolsa e meu celular e fechei a porta do apartamento. Eu ia descobrir o que estava acontecendo e não ia parar até descobrir tudo.
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Gente, sei que o capitulo ficou pequeno, me desculpem. Esta muito dificil para postar. Irei recompensar vocês, prometo!

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