Destinos Cruzados - Capitulo 21

As mãos dele percorriam todo o meu  corpo. Os meus gemidos abafados eram calados pelos beijos de Micael.

Enquanto ele beijava o meu pescoço, eu tirava a camisa dele. Minhas mãos passaram  pelas costas dele e eu estava começando a me excitar.
Micael tirou a minha blusa em apenas segundos e junto com ela foi meu sutiã. 
Ele me deitou na cama e voltou a beijar o meu pescoço e começou a descer até a minha clavícula. Cada beijo, cada toque e cada carícia que vinha daquele homem me levava ao delírio. Retirei sua calça e a cueca de uma vez só. Eu estava pronta, eu estava excitada. Meu corpo pedia pelo corpo dele e eu o queria em aquele momento.

Inexistente. Cada beijo ou carícia era obra da minha imaginação. Percebi isso quando ouvi Micael bater na porta do quarto e eu me levantei de uma só vez. Tudo havia sido um sonho, um simples sonho. Eu realmente não sei o que está acontecendo. Eu de repente estou morando com a pessoa que leva o assassinato do meu difunto marido e tenho um sonho meio que erótico com ele. 
Sai do meu pensamento ao reparar que Micael continuava lá fora.
Sophia: Entra! - Falei enquanto me sentava na cama-
Vi como a maçaneta se movia e  Micael entrou no quarto  com uma bandeja.
Sophia: O que é isso?
Micael: Eu achei que você deveria estar cansada e com fome e trouxe isso pra você.
Eu sorri e ele me entregou a bandeja.
Sophia: Muito obrigada. 
Ele estava quase saindo quando eu disse:
Sophia: Pode ficar Micael, eu não mordo.
Ele riu e se sentou na cama. Olhei para a bandeja, tinha um copo de suco e um sanduíche.
Peguei o sanduíche e dei uma mordida.
Levantei o olhar e vi que Micael estava me olhando. Ele riu e eu deixei o sanduíche sobre o prato.
Sophia: O que foi tão engraçado?
Micael: A cara que você fez na hora de morder o sanduíche.
Sophia: Não achei engraçado, e tem mais eu odeio que fiquem me olhando quando estou comendo.
Micael voltou a rir e eu tentei fazer algo similar a parecer brava.
Micael: Eu não vou ir embora.
Sophia: Não te pedi isso.
Micael: Seu pensamento pediu.
Sophia: Desde quando você sabe ler os pensamentos alheios?
Micael: Desde que... - Eu pegeui o sanduíche e enfiei un pedaço na boca dele. Ele fez uma cara de surpreso e assim que terminou de mastigar cruzou os braços.-
Sophia: Não gostou? - Eu disse rindo-
Eu voltei a pegar o sanduíche e dei outra mordida. Micael começou a rir de novo.
Sophia: O que é agora? - Eu disse irritada-
Micael : Tem um pedaço de pão no seu rosto. - Ele disse ainda rindo-
Eu peguei o guardanapo e me limpei.
Sophia: Pronto?
Micael: Não, espera. Ele pegou o guardanapo da minha mão e limpou uma parte do meu rosto. Vi como ele olhava pra mim enquanto limpava e depois disso, seus lábios foram se aproximando dos meus. O guardanapo que antes estava em suas mãos tinha sumido. Agora as mãos de Micael estavam em meu rosto e seus lábios estavam unidos com os meus em um beijo calmo mas ao mesmo tempo ofegante. Aquele era o tipico momento em que eu gostaria que o relógio ficasse parado em meio ao tempo. Aquele era o momento de eu saber se realmente estava começando a me apaixonar por ele. E as probabilidades eram grandes...

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