Reviravolta - Capítulo 30

- Fala logo Sophia. – Ele já estava se irritando com a demora da minha resposta.
- Não tem nada demais, deixa isso para lá. – respondi meio automaticamente.

- Você mesma disse que eu te conheço muito bem, então eu bem sei que você esta mentindo. – Disse controlando uma possível irritação.
- Era o Micael, o pai da Alycia. – fez um silêncio prolongado sua respiração ficou pesada.
- Eu sou o pai da Alycia!- me respondeu bruscamente.
- Você é, você criou ela até aqui. – Dei razão a ele para ficar mais calmo. – Mas eu e você sabemos que se o Micael quiser, ele tem direitos sobre ela.
 - E você contou que era filha dele? – Parecia estar triste.
- Não tem como mentir Diego. Alycia é muito parecida com ele. – Suspirei, senti que ele estava se irritando.
- Tá bom Sophia – Respirou fundo e ficou um tempo sem falar. – Eu vou desligar, preciso dormir.
- Amor, não fica chateado. – Senti que ele estava triste. – Eu não tive como evitar.
- Tudo bem Sophia. – Ficou novamente em silencio – Amanhã posso ver a Alycia ainda? – Perguntou inseguro.
- Claro que sim! – Falei alegre. – Você será muito bem vindo aqui, você sabe disso.
- Não sei de nada Sophia. Boa noite, eu te amo. – Ele não esperou eu responder nada e desligou o telefone, tinha ficado extremante chateado e eu sabia que isso não era muito bom. Coloquei o celular de volta na mesinha de cabeceira e apertei mais a minha menina que resmungou em seu sono. Fiquei pensando sobre todo o ocorrido até essa ligação, talvez tivesse sido melhor não ter deixado o Diego entrar nessa confusão, mas agora já esta feita, no meio dos meus pensamentos eu acabo pegando no sono com minha princesa enroscada em meus braços.

Acordo assustada com uma batida brusca na porta do meu quarto, por sorte Alycia não acordou, me levantei e fui até a porta e quando abro encontro com o meu pai ele me encarou e deu uns dos seus famosos sorrisos sarcásticos.
- Bom dia, nós podemos conversar minha querida filha?- Ele falou ainda rindo, eu ainda estava tentando entender por que ele estava rindo.
- Creio que como você tem algo para falar já não seja um bom dia. – Respondi revirando os olhos, eu não estava disposta para mais um dos seus discursos opressores.
- Estava com saudades desse seu bom humor. – Ele me respondeu me puxando pelo o braço. – vamos até o meu escritório, você não quer acorda a menina com a nossa conversa super calma.
Fechei a porta e o acompanhei até aquele escritório a qual muitas vezes em minha adolescência eu ia para o meu pai sempre dizer que eu deveria fazer tudo que ele mandasse, sem questionar, e foi assim a minha vida toda.
- O que você deseja falar? – perguntei quando entrei no escritório e ele fechou a porta atrás de mim.
- Estou surpresa com tamanha coincidência de como tudo ocorreu depois de quase cinco anos. – me respondeu enquanto sentava em sua poltrona. – Então que dizer que meu contador, que salvou minha empresa, é o marginalzinho a qual te separei?
- Pois é, não da nem para acreditar. – Respondi sarcasticamente, enquanto sentava em uma cadeira em frente a ele, sabia que essa conversa ia durar e não ia acabar muito bem.
- Olha minha filha, você não pode acreditar, mas fiz o que fiz porquê eu te amo.
- Assim, essa sempre foi sua desculpa, bela maneira de demonstrar o seu amor por mim. – respondi bruscamente. Alguém bate na porta e meu pai diz para entrar, e quando olho era a governanta acompanhada do Micael. – O que ele esta fazendo aqui? – Pergunto, levantando do meu lugar.
- Sente- se Sophia, eu mandei o chamar. – Meu pai respondeu bruscamente. – Entre, Micael. – eu sentei e ele entrou e sentou na cadeira ao meu lado.- Fala logo Sophia. – Ele já estava se irritando com a demora da minha resposta.
- Não tem nada demais, deixa isso para lá. – respondi meio automaticamente.
- Você mesma disse que eu te conheço muito bem, então eu bem sei que você esta mentindo. – Disse controlando uma possível irritação.
- Era o Micael, o pai da Alycia. – fez um silêncio prolongado sua respiração ficou pesada.
- Eu sou o pai da Alycia!- me respondeu bruscamente.
- Você é, você criou ela até aqui. – Dei razão a ele para ficar mais calmo. – Mas eu e você sabemos que se o Micael quiser, ele tem direitos sobre ela.
 - E você contou que era filha dele? – Parecia estar triste.
- Não tem como mentir Diego. Alycia é muito parecida com ele. – Suspirei, senti que ele estava se irritando.
- Tá bom Sophia – Respirou fundo e ficou um tempo sem falar. – Eu vou desligar, preciso dormir.
- Amor, não fica chateado. – Senti que ele estava triste. – Eu não tive como evitar.
- Tudo bem Sophia. – Ficou novamente em silencio – Amanhã posso ver a Alycia ainda? – Perguntou inseguro.
- Claro que sim! – Falei alegre. – Você será muito bem vindo aqui, você sabe disso.
- Não sei de nada Sophia. Boa noite, eu te amo. – Ele não esperou eu responder nada e desligou o telefone, tinha ficado extremante chateado e eu sabia que isso não era muito bom. Coloquei o celular de volta na mesinha de cabeceira e apertei mais a minha menina que resmungou em seu sono. Fiquei pensando sobre todo o ocorrido até essa ligação, talvez tivesse sido melhor não ter deixado o Diego entrar nessa confusão, mas agora já esta feita, no meio dos meus pensamentos eu acabo pegando no sono com minha princesa enroscada em meus braços.

Acordo assustada com uma batida brusca na porta do meu quarto, por sorte Alycia não acordou, me levantei e fui até a porta e quando abro encontro com o meu pai ele me encarou e deu uns dos seus famosos sorrisos sarcásticos.
- Bom dia, nós podemos conversar minha querida filha?- Ele falou ainda rindo, eu ainda estava tentando entender por que ele estava rindo.
- Creio que como você tem algo para falar já não seja um bom dia. – Respondi revirando os olhos, eu não estava disposta para mais um dos seus discursos opressores.
- Estava com saudades desse seu bom humor. – Ele me respondeu me puxando pelo o braço. – vamos até o meu escritório, você não quer acorda a menina com a nossa conversa super calma.
Fechei a porta e o acompanhei até aquele escritório a qual muitas vezes em minha adolescência eu ia para o meu pai sempre dizer que eu deveria fazer tudo que ele mandasse, sem questionar, e foi assim a minha vida toda.
- O que você deseja falar? – perguntei quando entrei no escritório e ele fechou a porta atrás de mim.
- Estou surpresa com tamanha coincidência de como tudo ocorreu depois de quase cinco anos. – me respondeu enquanto sentava em sua poltrona. – Então que dizer que meu contador, que salvou minha empresa, é o marginalzinho a qual te separei?
- Pois é, não da nem para acreditar. – Respondi sarcasticamente, enquanto sentava em uma cadeira em frente a ele, sabia que essa conversa ia durar e não ia acabar muito bem.
- Olha minha filha, você não pode acreditar, mas fiz o que fiz porquê eu te amo.
- Assim, essa sempre foi sua desculpa, bela maneira de demonstrar o seu amor por mim. – respondi bruscamente. Alguém bate na porta e meu pai diz para entrar, e quando olho era a governanta acompanhada do Micael. – O que ele esta fazendo aqui? – Pergunto, levantando do meu lugar.
- Sente- se Sophia, eu mandei o chamar. – Meu pai respondeu bruscamente. – Entre, Micael. – eu sentei e ele entrou e sentou na cadeira ao meu lado.
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24 comentários:

  1. Mais posta mais VC parou na hora que tava ficando Bom .sacanagem kkkk

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  2. Sempre queremos bônus

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  3. O que o pai dela ta planejando

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  4. que será essa conversaaaa, continua.

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  5. to curiosa aqui, SOS

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